Polêmica envolvendo o Kwai e denúncias de incentivo a ataques ao STF por meio de campanha envolvendo julgamento de Bolsonaro. Saiba mais!
Polêmica envolvendo o Kwai
Mais uma polêmica envolvendo o Kwai. A rede social de vídeos curtos permite aos usuários criar, compartilhar e interagir com conteúdos postados na plataforma, sendo considerada uma concorrente do TikTok.
O problema é que a ferramenta vem acumulando denúncias. Recentemente, ela foi acusada de incentivar os criadores de conteúdo a divulgar jogos ilegais fraudulentos em troca de dinheiro. Agora, ela estaria incentivando ataques contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
Campanha prometia aumentar engajamento das postagens
Segundo reportagem do portal Aos Fatos, um desafio proposto pelo Kwai incentivava os criadores da plataforma a fazerem publicações com ataques ao STF em troca de engajamento. A campanha prometia dar mais exposição a quem criasse conteúdos sobre o tema “vídeo ilegal pode anular processo contra Bolsonaro” utilizando a hashtag #ilegal.
A iniciativa faz referência à exibição de um vídeo dos ataques de 8 de janeiro durante o julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. As imagens foram exibidas pelo ministro Alexandre de Moraes durante a sessão. A mensagem propondo disseminar críticas à exibição do vídeo foi enviada aos criadores de conteúdo no fim de semana pelo perfil Kwai Notícias Brasil, que conta com um selo de verificação. Após denúncias, a postagem foi retirada do ar pela rede social.
O que disse o Kwai
Em nota, a rede social afirmou que “reforça seu compromisso com a transparência, a ética e o cumprimento dos princípios regulatórios e institucionais”. Também destacou que é “totalmente apartidária e não endossa ou favorece nenhum candidato, partido político ou ideologia”. Além disso, observou que possui uma política de combate à desinformação e que monitora de forma contínua as postagens feitas na plataforma. O Kwai ainda ressalta que, durante o segundo semestre do ano passado, removeu 3.179.872 vídeos no Brasil por violar as Diretrizes da Comunidade ou os Termos de Serviço. Ainda excluiu 799.762 contas que violaram a política da empresa.
Fonte:
Olhar Digital
Fonte: olhardigital.com.br