Descubra a valorização das terras agrícolas em Santa Catarina em 2025 impulsionada pelo desempenho do agronegócio. Veja os valores médios por hectares e a influência de fatores como aptidão agrícola e legislação ambiental.
Valorização das terras agrícolas em Santa Catarina
A valorização das terras agrícolas em Santa Catarina em 2025, impulsionada pelo desempenho do agronegócio, reflete um cenário promissor para o mercado fundiário.
O levantamento da Epagri apontou que Campos Novos registrou uma média de R$ 169 mil por hectare em terras de primeira categoria, enquanto em Turvo as áreas voltadas à produção de arroz alcançaram R$ 164 mil por hectare.
Diferenças entre as regiões e tipos de área
O estudo revelou diferenças significativas nos valores, com terras de segunda categoria a R$ 38,34 mil por hectare em Lebon Régis e áreas de terceira categoria a R$ 19,75 mil por hectare em Calmon. Locais destinados à servidão florestal ou reserva legal tiveram os menores valores, com média de R$ 10,37 mil por hectare em Otacílio Costa.
Fatores influenciadores
Fatores como aptidão agrícola, pressão urbana, legislação ambiental e perfil produtivo impactam diretamente o comportamento do mercado fundiário catarinense, segundo a Epagri/Cepa.
A pesquisa, realizada desde 1997, considera o valor da terra nua sem benfeitorias e conta com validação estatística e colaboração de técnicos e agentes de mercado em todas as regiões do estado.
Comportamento do mercado
O comportamento do mercado acompanha o crescimento da agropecuária catarinense, com destaque para o aumento de 15,4% no Valor da Produção Agropecuária (VPA) em 2025, estimado em R$ 74,9 bilhões. A pecuária foi responsável por 58% do valor gerado, enquanto culturas como soja e arroz contribuíram para a valorização das terras em diversas regiões.
Tags: agropecuária, SantaCatarina
Fonte: scempauta.com.br
