Cordão de Fita com Tulipa: Identificação de Pessoas com Doença de Parkinson

Cordão de Fita com Tulipa Vermelha - Símbolo de Identificação

Saiba mais sobre o uso do cordão de fita com desenhos de tulipa vermelha como identificação de pessoas com Doença de Parkinson. Conheça a história da tulipa como símbolo mundial da doença e os objetivos da campanha.

Uso do Cordão de Fita com Tulipa para Identificação de Pessoas com Doença de Parkinson

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou proposta para instituir o cordão de fita com desenhos de tulipa vermelha como símbolo nacional e instrumento de identificação de pessoas com Doença de Parkinson (PL 1941/24).

O texto modifica a Lei 14.606/23, que estabelece abril como o Mês da Conscientização da Doença de Parkinson e já adota a tulipa vermelha como símbolo da campanha. Segundo a proposta aprovada, a divulgação do uso do cordão de fita com a tulipa vermelha será um dos objetivos da campanha para identificar as pessoas com a doença.

A tulipa vermelha foi associada à doença de Parkinson nos anos 1980, quando o floricultor holandês J.W.S. Van der Wereld criou uma nova variedade em homenagem ao médico inglês James Parkinson, pioneiro na descrição da patologia. Desde então, é o símbolo global da doença.

Características da Doença de Parkinson

A doença se caracteriza pela disfunção dos neurônios produtores de dopamina no sistema nervoso central, resultando em tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrios e alterações na fala e na escrita.

Deficiências Ocultas e Ampliação da Visibilidade

O texto aprovado foi proposto por Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR), como substitutivo ao PL 1941/24 e ao PL 959/25, e também altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele prevê a ampla divulgação do símbolo de identificação de deficiências ocultas, conforme regulamento, destacando a importância do cordão de fita com desenhos de girassóis.

O Estatuto já indica o uso de fita com girassóis como símbolo para identificar pessoas com deficiências ocultas, buscando facilitar a identificação e promover a inclusão social e acessibilidade.

Próximos Passos

A proposta seguirá para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para se tornar lei, também precisará passar pelo Senado.

Reportagem por Lara Haje. Edição por Geórgia Moraes.

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Fonte: camara.leg.br

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