Descubra como os organismos unicelulares Stentors cooperam para melhorar sua alimentação e como essa cooperação pode ter sido crucial para a evolução da vida complexa. Leia mais!
O papel da cooperação entre Stentors na evolução da vida complexa
Uma pesquisa publicada na revista Nature Physics revela como os Stentors, organismos unicelulares gigantes, cooperam para melhorar sua alimentação. Descubra como essa cooperação pode ter influenciado a evolução para a vida multicelular.
Stentors: Gigantes microscópicos que formam colônias
Os Stentors, parte do grupo dos protistas, usam pequenos cílios para capturar alimentos em ambientes aquáticos. No entanto, quando a comida escasseia, eles se unem em grupos para aumentar suas chances de captura.
Estudo da Universidade Emory revela comportamento cooperativo
Pesquisadores observaram que a cooperação entre Stentors beneficia a captura de presas. Mesmo sem sistema nervoso, eles se organizam para gerar fluxos de água mais eficientes, aumentando a alimentação.
Comportamento promíscuo para a sobrevivência
Os Stentors adotam a estratégia do “comportamento promíscuo”, mudando de posição no grupo para encontrar parceiros que gerem fluxos mais fortes e maximizem a alimentação.
Evolução da cooperação para a vida multicelular
O estudo sugere que a formação de grupos entre seres unicelulares foi crucial para a evolução dos organismos multicelulares, influenciando também a evolução das presas. A física pode ter desempenhado um papel fundamental nesse processo.
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Fonte: olhardigital.com.br