Mestranda da UFSC Catherine Oliveira Araujo recebe prêmio de melhor monografia em Direitos Humanos abordando o tratamento jurídico da poliafetividade e resistência ao reconhecimento de famílias dissidentes.
Sobre o prêmio
Catherine Oliveira Araujo, mestranda do PPGD/UFSC, conquistou o primeiro lugar no Prêmio Jurista Dora Lúcia de Lima Faye com a monografia ‘O tratamento jurídico da poliafetividade no Brasil: um estudo comparativo com a evolução legal da conjugalidade homoafetiva’.
A pesquisa aborda as intermediações entre o Direito e a poliafetividade, demonstrando a resistência ao reconhecimento de famílias dissidentes, considerando os papéis de gênero e sexualidade. Orientada pela professora Renata Raupp Gomes e coorientada pelo professor Diego Nunes, a monografia será publicada como livro, em formato e-book.
Dora Lúcia de Lima Faye
O prêmio homenageia a jurista Dora Lúcia, atuante na defesa dos Direitos Humanos, destacando-se na advocacia e contribuindo para políticas antirracistas e de igualdade racial no Brasil.
Tags: Poliafetividade, DireitosHumanos
Fonte: noticias.ufsc.br
