Empreendedores apresentam modelos de negócio de restauração florestal na COP30, mostrando que regenerar ecossistemas pode ser lucrativo. Saiba mais!
Restauração florestal: uma nova fronteira econômica no Brasil
A restauração de áreas degradadas está ganhando escala e se consolidando como uma nova fronteira econômica no Brasil. Durante o painel “Restaurar e Regenerar”, empreendedores do Cerrado mineiro e da Amazônia apresentaram modelos de negócio que combinam restauração florestal, geração de renda e inclusão produtiva, apontando que recuperar ecossistemas pode ser também um bom negócio.
A importância da restauração produtiva
Segundo Marcos Geraldo Alves da Silva, gerente regional do Sebrae Noroeste e Alto Paranaíba (MG), regenerar é fundamental para conter o aquecimento global. A restauração produtiva ajuda a diversificar a renda rural, criar mercados e impulsionar cadeias produtivas.
Experiências de sucesso na COP30
O Consórcio Cerrado das Águas e o Viveiro Florestal Ardosa são exemplos de iniciativas que estão transformando a economia da restauração. Envolvendo agricultura regenerativa, transição produtiva e parcerias técnicas, esses projetos demonstram que a restauração só avança se for economicamente viável ao produtor.
Restauração como agenda estratégica
Para o governo federal, a restauração é uma agenda estratégica para o país. O Brasil precisa restaurar 12 milhões de hectares até 2030 em todos os biomas, com forte articulação entre territórios, cadeias produtivas e prefeituras. Restaurar não é apenas uma agenda ambientalista, mas uma agenda de desenvolvimento que gera valor e inclusão.
Economia verde em destaque
O Sebrae na COP30 promove painéis como Transição Climática na Agricultura, Cooperativas que transformam e Carbono Social e Abordagem Territorial, destacando a importância da economia verde e a resiliência climática.
Experiência imersiva no estande do Sebrae
Com um estande de 400 m² na Green Zone, o Sebrae oferece uma experiência imersiva inspirada na Amazônia e na diversidade do país. Além de ser um espaço de diálogo, network e inovação, o estande conta com a Zona do Empreendedorismo (En-Zone) e atividades culturais que destacam a bioeconomia brasileira.
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Fonte: agenciasebrae.com.br