O Ministério Público de Santa Catarina investiga possíveis violações de direitos humanos no Hospital de Custódia de SC. Enquanto isso, a família Parisotto entra na disputa eleitoral. Saiba mais!
Inquérito investiga possíveis violações de Direitos Humanos
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da 33ª Promotoria de Justiça da Capital, iniciou um inquérito civil para investigar possíveis violações de direitos humanos e irregularidades na prestação de serviços de saúde mental no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Santa Catarina (HCTP). A investigação, que ocorre em sigilo, envolve a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Secretaria de Administração Prisional (atualmente denominada Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social – SEJURI) e o Conselho Regional de Psicologia.
Falta de residenciais terapêuticos
O inquérito está inserido em um contexto acompanhado pelo MPSC, evidenciando a ausência de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) para acolher pacientes do HCTP com laudo favorável à desinternação. Isso resultou no encaminhamento irregular de egressos do HCTP a comunidades terapêuticas, prática considerada ilegal. O problema se estende a todo o Estado e demanda uma atuação mais ampla.
Sequestro de recursos e direito de resposta
Em outra ação, o Judiciário determinou o sequestro de recursos para viabilizar a implantação dos SRTs. A investigação foca nas violações de direitos humanos e falhas na assistência em saúde mental no próprio Hospital de Custódia. A coluna está aberta para manifestações da SES e da Prefeitura de Florianópolis.
Família Parisotto na disputa eleitoral
A convite do pré-candidato João Rodrigues, o missionário Narcizo Parisotto concorrerá a uma vaga na Alesc. Sua filha, Débora Parisotto, também participará do pleito, ampliando a presença da família na disputa proporcional, com base eleitoral no meio evangélico.
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Fonte: scempauta.com.br
