Descubra como a geração de empregos nas MPEs e abertura de novos negócios estão reduzindo a informalidade no país. Dados revelam a força do setor na contratação formal.
Redução da Informalidade no Brasil
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) aponta que a geração de empregos, especialmente nas micro e pequenas empresas, e a abertura de novos negócios estão contribuindo significativamente para a queda da informalidade no país. No trimestre encerrado em janeiro, a proporção de trabalhadores informais na população ocupada atingiu 37,5%, o menor índice desde julho de 2020, totalizando 38,5 milhões de trabalhadores. Esses dados representam uma melhoria em relação aos períodos anteriores, evidenciando um cenário mais favorável no mercado de trabalho nacional.
Empregos Formais e Números Relevantes
De acordo com a pesquisa, o número de empregados no setor privado com carteira assinada, incluindo trabalhadores domésticos, alcançou 39,4 milhões, com estabilidade no trimestre e um aumento de 2,1% ao longo do ano, equivalente a mais 800 mil pessoas. Por outro lado, o contingente de trabalhadores por conta própria se manteve estável no trimestre, mas registrou um acréscimo de 3,7% no acumulado do ano, totalizando mais 927 mil pessoas, somando 26,2 milhões de profissionais.
Impacto das Micro e Pequenas Empresas
O estudo realizado pelo Sebrae, com base nos dados do Caged, reforça a importância das micro e pequenas empresas na geração de empregos formais. Em janeiro, as MPEs foram responsáveis por 64% dos postos de trabalho criados no país, sendo 71.732 de um total de 112.334 empregos gerados. Além disso, o Brasil alcançou um marco histórico em 2025, com a abertura de 5,1 milhões de novos empreendimentos, conforme os registros de CNPJ da Receita Federal. Esses dados representam um aumento de 18,6% em relação ao ano anterior, consolidando as MPEs como grandes impulsionadoras da economia brasileira.
Estímulo à Pequena Economia
Das empresas criadas em 2024, mais de 4,9 milhões são consideradas pequenos negócios, englobando microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, totalizando 96% do volume total. Décio Lima, presidente do Sebrae, destaca que esses números representam não apenas estatísticas, mas histórias de homens e mulheres que buscam realizar o sonho de empreender, contribuindo para a geração de empregos e renda na sociedade. Ele enfatiza a importância do estímulo à pequena economia como forma de promover a inclusão social e o desenvolvimento do país, sob a liderança do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin.
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Fonte: agenciasebrae.com.br