Descubra o impacto do Studio Ghibli-verso criado pelo ChatGPT e as discussões que surgiram em torno dessa tendência. Seria uma homenagem ou um insulto ao trabalho de Miyazaki? Saiba mais.
A arte de Hayao Miyazaki e a rápida criação no ChatGPT
Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, é conhecido pela minuciosidade de seu trabalho, em contraponto à rapidez com que o estilo Ghibli é emulado pelo ChatGPT. O surgimento do Studio Ghibli-verso nas redes sociais após atualização da OpenAI gerou polêmicas e reflexões.
Da fofura à sombra: a transformação da tendência
A tendência do Studio Ghibli-verso teve início com imagens divertidas e familiares, porém evoluiu para representações sombrias, levantando questões éticas e legais. Discussões sobre direitos autorais e impacto na criatividade artesanal dominaram as redes.
Ambientes controversos: desafios e questionamentos
O uso de inteligência artificial na criação artística levanta debates entre profissionais criativos, incluindo escritores, atores e músicos, que expressam preocupações sobre a geração de imagens por IAs como o ChatGPT. Uma carta aberta de mais de 10 mil artistas criticou o uso não licenciado de obras para treinar modelos de IA.
A voz da OpenAI e de Hayao Miyazaki
A OpenAI defende a liberdade criativa dos usuários, mas restringe a geração de imagens no estilo de artistas vivos. Enquanto isso, Hayao Miyazaki expressa repúdio à tecnologia de aprendizagem profunda, considerando-a um insulto à vida e ao trabalho artístico.
Conclusão: reflexões sobre a trend do Studio Ghibli-verso
O debate sobre a trend do Studio Ghibli no ChatGPT permanece em aberto, questionando se é uma homenagem ou desrespeito ao legado de Miyazaki. As discussões continuam, alimentando reflexões sobre a intersecção entre tecnologia e arte.
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Fonte: olhardigital.com.br