A História do Beliê
Ariane Pita, arquiteta de formação, cresceu observando sua mãe, Arivânia, praticando o bordado ponto-cruz. Após fundar o Beliê, Ariane decidiu inovar a prática tradicional, explorando novos materiais e superfícies para aplicar o bordado.
Reinventando o Ponto-Cruz
Ambicionando reinventar o bordado ponto-cruz, Ariane expandiu para materiais como madeira e acrílico, explorando novas possibilidades criativas. Com o apoio do Sebrae, ela aprimorou suas habilidades de gestão e marketing, participando de feiras e capacitações.
Ressignificação do Beliê
Com reposicionamento da marca, Beliê ganhou uma identidade visual renovada, mantendo a tradição do ponto-cruz em peças de madeira, cerâmica e tibaca. Além do artesanato, adentrou na moda e biojoias, participando de eventos e lançamentos de coleções inovadoras.
Multiplicação da Técnica
Com o incentivo de projetos como o ‘Renda-se’ e oficinas em comunidades, Ariane busca ampliar a disseminação do bordado ponto-cruz. Iniciativas em bairros como Palatéia visam conectar mais pessoas com a arte do bordado, expandindo horizontes e desenvolvendo potenciais locais.
Fonte: agenciasebrae.com.br
