Operação da Polícia Civil combate pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville

Operação contra pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou uma operação para combater a disseminação de pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville. Saiba mais sobre a ação e as possíveis consequências legais.

Operação da Polícia Civil contra pornografia infantojuvenil

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), realizou uma operação na manhã desta segunda-feira (29/09) para combater a disseminação de pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville.

A investigação teve início a partir de denúncias e monitoramentos em ambientes virtuais, que identificaram a prática de armazenamento e compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

No cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram recolhidos diversos dispositivos eletrônicos, como celulares e um notebook, que serão encaminhados para perícia técnica. O objetivo é analisar o conteúdo armazenado em busca de indícios de crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil.

Os investigados podem responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como o armazenamento de pornografia infantojuvenil e o compartilhamento, com penas que podem chegar a seis anos de reclusão, além de multa.

As investigações continuam em andamento com a análise do material apreendido, visando à identificação de outras vítimas ou envolvidos.

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Fonte: pc.sc.gov.br

Operação da Polícia Civil contra pornografia

Operação da Polícia Civil de Santa Catarina contra disseminação de pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville. Saiba mais sobre a investigação e desdobramentos.

Operação da Polícia Civil em Barra Velha e Joinville

A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), realizou uma operação na manhã de segunda-feira (29/09) para combater a pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville.

A investigação teve início a partir de denúncias e monitoramentos em ambientes virtuais que identificaram a disseminação e o armazenamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

Resultados da operação

No cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram recolhidos diversos aparelhos eletrônicos, incluindo celulares e um notebook, que serão enviados à perícia técnica para análise do conteúdo armazenado em busca de indícios de crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil.

Os investigados podem responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como o armazenamento e compartilhamento de pornografia infantojuvenil, com penas que podem chegar a seis anos de reclusão, além de multa.

Andamento das investigações

As investigações continuam com a análise do material apreendido, podendo levar à identificação de outras vítimas ou envolvidos.

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Fonte: pc.sc.gov.br

Polícia Civil Santa Catarina

Operação da Polícia Civil de Santa Catarina visa combater a disseminação de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes em Barra Velha e Joinville. Saiba mais sobre os crimes previstos no ECA.

Operação contra pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), desencadeou uma operação de combate à pornografia infantojuvenil em Barra Velha e Joinville nesta segunda-feira (29/09).

A ação, decorrente de denúncias e monitoramentos virtuais, detectou a propagação e armazenamento de material pornográfico envolvendo menores. Durante as buscas, aparelhos eletrônicos como celulares e um notebook foram apreendidos para análise pericial a fim de verificar possíveis crimes de exploração sexual infantojuvenil.

Os investigados poderão ser enquadrados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), especialmente nos artigos 241-B e 241-A, sujeitos a até seis anos de prisão e multa.

As investigações continuam para identificar outras vítimas ou envolvidos com base no material recolhido.

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Fonte: pc.sc.gov.br

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