Operação da Polícia Civil desmantela esquema ilegal de anabolizantes e tizerpatida em Gaspar

Anabolizantes e tizerpatida apreendidos durante operação policial

Operação da Polícia Civil em Gaspar resulta na prisão de três suspeitos de vender ilegalmente anabolizantes e tizerpatida. Saiba mais sobre o crime contra a saúde pública e as investigações em andamento.

Operação da Polícia Civil em Gaspar

A Polícia Civil de Santa Catarina desencadeou uma operação que culminou na prisão em flagrante de três indivíduos sob suspeita de comercializarem de forma ilegal anabolizantes e a substância conhecida como “tizerpatida” na cidade de Gaspar. Esta ação configura crime contra a saúde pública, conforme previsto no artigo 273 do Código Penal, acarretando penas que podem chegar a 15 anos de detenção.

Investigações e prisões

As investigações, conduzidas pelo Setor de Investigações Criminais, tiveram início em abril, após um homem de 58 anos apresentar sérias complicações de saúde decorrentes do consumo de um anabolizante de origem estrangeira, sem registro na Anvisa, adquirido e aplicado em uma farmácia local. Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, realizado no dia 30 de abril, foram descobertos diversos frascos contendo substâncias sem registro sanitário, armazenadas de forma irregular e sem controle térmico. Além disso, foram encontrados medicamentos de uso controlado fora do estabelecimento, destinados à venda sem prescrição médica.

Desdobramento e novas apreensões

O desdobramento da operação ocorreu em 04/05, resultando na identificação e prisão do suposto fornecedor dos produtos. Na residência deste terceiro envolvido, foram apreendidos novos lotes de anabolizantes, tizerpatida, suprimentos para aplicação, equipamentos de transporte térmico e registros contábeis relacionados ao esquema criminoso.

Continuidade das investigações

A Polícia Civil destaca a gravidade do caso, que quase resultou em óbito, e informa que as investigações prosseguem com o objetivo de desmantelar toda a cadeia de fornecimento e identificar outros possíveis envolvidos na comercialização de substâncias prejudiciais à saúde pública na região.

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Fonte: pc.sc.gov.br

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