Inadimplência em SC cai pelo terceiro mês, mas ainda acima do padrão histórico

Taxa de inadimplência em SC 2022

Taxa de inadimplência em SC registra queda pelo terceiro mês consecutivo, atingindo 29,8% em janeiro, mas ainda 7,7 pontos acima de 2025. Saiba mais!

Taxa de inadimplência em Santa Catarina

A taxa de inadimplência das famílias catarinenses registrou queda pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 29,8% em janeiro, conforme levantamento da Fecomércio SC em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC). O índice representa redução de 1,6 ponto percentual em relação ao mês anterior, após ter ultrapassado 33% em outubro do ano passado. Apesar da retração, o percentual ainda está 7,7 pontos acima do registrado no mesmo período de 2025.

Cenário econômico

Segundo a entidade, a redução no início do ano costuma ocorrer devido ao pagamento de dívidas com recursos extras, como o 13º salário. Para o presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, a tendência recente indica melhora gradual do cenário econômico.

“É bom ver que a inadimplência está em queda. No ano passado, tivemos uma sequência de sete altas consecutivas, e a taxa chegou a um patamar recorde em outubro. Os juros ainda estão muito altos, mas devem começar a cair em breve, o que ajudará o cenário econômico como um todo,” afirmou.

Comparativo nacional

Mesmo com a queda, o índice catarinense permanece acima da média nacional, que ficou em 29,3% no mesmo período, e distante do patamar histórico do estado, que gira em torno de 22%. A Fecomércio aponta que fatores como juros elevados e inflação acima da meta ao longo do último ano comprometeram a capacidade de pagamento das famílias.

O levantamento também mostrou aumento no percentual de consumidores que afirmam não ter condições de quitar dívidas atrasadas, que chegou a 11,5% em janeiro. Já o nível de endividamento apresentou estabilidade, ficando em 72,9% das famílias, com leve recuo de 0,2 ponto percentual em relação ao mês anterior. Apesar disso, o indicador segue cerca de sete pontos acima do registrado antes da pandemia de Covid-19, refletindo a manutenção do crédito como ferramenta de consumo, especialmente para bens de maior valor.

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Fonte: scempauta.com.br

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