Professor de Antropologia da UFSC alerta para risco de genocídio do povo Arara

Imagem do Professor Márnio Teixeira-Pinto com integrante do povo Arara

Leia sobre a pesquisa do Professor Márnio Teixeira-Pinto, da UFSC, e os desafios enfrentados pelo povo indígena Arara diante da invasão de seu território.

Professor Márnio Teixeira-Pinto e a pesquisa sobre o povo Arara

O Professor Márnio Teixeira-Pinto, do departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acompanha o povo Arara há 40 anos. Em sua última expedição, realizada nas Terras Indígenas Arara e Cachoeira Seca, apresentou dados inéditos sobre a bacia do Xingu. O pesquisador destaca a urgência de medidas para preservar a cultura e a sobrevivência dos Arara, especialmente diante das pressões regionais e do isolamento enfrentado pelo subgrupo na TI Cachoeira Seca.

Alerta sobre genocídio e recomendações para a preservação

O relatório entregue à Funai inclui recomendações vitais para evitar o genocídio iminente do povo Arara. Márnio Teixeira-Pinto ressalta a importância de programas de articulação da população indígena e a preservação do modo de vida tradicional ameaçado. A destruição do território e a perda de comunicação e conhecimentos sobre a floresta são desafios cruciais a serem superados para garantir a continuidade da cultura Arara.

Para ler a reportagem completa, acesse o link fornecido.

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Fonte: noticias.ufsc.br

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