No último dia da COP30, o estande do Sebrae é marcado por pinturas indígenas que evocam ancestralidade e identidade. Saiba mais sobre essa celebração cultural.
Ancestralidade e Identidade na COP30
O estande do Sebrae na Green Zone foi palco de uma emocionante celebração cultural no último dia da COP30, com pinturas indígenas que evocam ancestralidade e identidade. Homens, mulheres e jovens aguardavam ansiosos para marcar a pele com grafismos carregados de significados.
Thaís Kokama e os Grafismos
No centro das atenções estava Thaís Kokama, multiartista que aplicava com delicadeza desenhos indígenas repletos de simbolismos, representando força, saúde, proteção, amor e espiritualidade.
Lindsey Fialho emocionou-se ao receber o grafismo que simboliza força e resistência, enquanto Ryan Xavier e Valéria Meireles também se encantaram com a experiência de carregar um registro ancestral na pele.
Celebração da Cultura Indígena
Thaís Kokama, da Aldeia Inhãa-be, ressalta a importância de manter viva a memória e as narrativas de seu povo, destacando a diversidade cultural e linguística dos 305 povos indígenas no Brasil.
Experiência na COP30
No estande do Sebrae, os visitantes puderam também desfrutar de massagens e produtos da Tekohá, marca vegana com insumos amazônicos, em um ambiente imersivo inspirado na Amazônia.
Sebrae na COP30
O Sebrae marcou presença na COP30 com um estande completo, promovendo conteúdos técnicos, atividades culturais e atrações sensoriais que conectaram lideranças, investidores e empreendedores em uma experiência única.
Fonte: agenciasebrae.com.br




















